Prêmio Caio 2026 · Estande CEDAE · 6 inscrições

Estande CEDAE no 33º CBESA / FITABES 2025

Segmento Serviços · 6 categorias inscritas · Concorrente Nobox Group (AV2Play)
⚠️ Dois alertas antes de qualquer coisa.

1. A inscrição em "Estande em Ilha" (id 15233) está em risco. A planta oficial da FITABES mostra o estande 11 (CEDAE, 108 m²) encostado no estande 13 (Espaço COP Saneamento, também nosso). Pelo desenho são três lados abertos, não quatro. Ilha, por definição, é aberta nos quatro. Isso precisa ser checado com a ABES ou a Nesty. Se não se sustentar, é melhor não concorrer nessa categoria do que ser desclassificado nela.

2. A história do domo de plástico não está documentada. Existe no Drive a prova de que o projeto nasceu como DOMO: é o nome da aba correspondente a este estande na relação interna de equipamentos. Mas nenhum documento diz que seria em material plástico nem registra a troca por LED. As pastas de briefing estão vazias. Como esse é o eixo mais forte para inovação e sustentabilidade, precisa vir do Chaves ou da MChecon antes de virar texto de inscrição.
Boa notícia sobre fotos.

A ficha registrava zero imagens do estande no Drive. As 33 fotos que o Chaves mandou no grupo às 18:46 resolvem isso. Já estão no acervo, conferidas uma a uma.

Inscrições e a tese de cada uma

idCategoriaTese específica
15249Soluções Inovadoras e Novas TecnologiasA superfície do estande é a mídia, não o suporte dela. 1 m² de LED curvo para cada m² de piso, com servidor de mídia redundante★ escrita abaixo
15225ÁudiovisualIntegração entre conteúdo, equipamento e ambiente: pitch escolhido pela distância real de visão, playback crítico, fibra no sinal
15232Comunicação VisualLeitura a distância no corredor da feira e identidade aplicada em superfície reprogramável, sem nada impresso
15234Estandes de Médio PorteDensidade de experiência por m²: 108 m² que competem com estandes maiores pela superfície, não pela metragem
15243Infraestrutura Técnica para EventosPeso, ancoragem, carga elétrica e dissipação de calor em piso e rede compartilhados com todo o pavilhão
15233Estande em IlhaQuatro lados abertos, fluxo e visibilidade 360⚠️ EM RISCO, ver alerta
O mesmo estande, seis textos diferentes. O fato histórico não muda; o que muda é o que cada categoria premia. Abaixo está escrito o de Soluções Inovadoras, que é o mais forte. Os outros cinco seguem o mesmo padrão factual com o eixo trocado.

Apresentação, ficha técnica

Ficha técnica

1.862 caracteres · alvo 1.000 a 2.500

A Nobox executou o Estande CEDAE no 33º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, realizado em conjunto com a FITABES 2025, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, entre 25 e 28 de maio de 2025. O estande ocupou 108 m² na Ala Sul, identificado como estande nº 11 na planta oficial da feira.

O congresso é promovido pela ABES, Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, e organizado pela Nesty. O balanço divulgado pela organização no encerramento registrou 4.300 congressistas e 9.300 visitantes, mais de 100 expositores e movimentação de cerca de R$ 36 milhões na economia de Brasília.

A definição técnica do projeto foi substituir a cenografia construída por superfície de imagem. Foram instalados 104,5 m² de painel de LED P2.6 em dois módulos curvos, um de 17,50 m por 3,00 m e outro de 13,00 m por 4,00 m, somando 30,5 metros lineares de LED dentro de um estande de 108 m². A relação resultante é de aproximadamente um metro quadrado de LED para cada metro quadrado de piso. O próprio contrato nomeia a entrega como sala imersiva.

O playback foi tratado como sistema crítico, com duas licenças de servidor de mídia profissional, máquina dedicada com placa de vídeo e notebook de reserva. O estande recebeu ainda iluminação cênica com seis refletores móveis de 180 W, máquina de fumaça, sistema de som com subwoofer e transporte de vídeo por fibra óptica. A Nobox também produziu o conteúdo audiovisual exibido no LED.

A operação seguiu escala de oito dias e meio, com três dias de montagem, quatro de evento e um dia e meio de desmontagem em dois turnos, um deles noturno, em jornadas de doze horas. No mesmo pavilhão e no mesmo período, a Nobox operava as oito plenárias e as salas de sessões do congresso, além dos estandes do Espaço COP Saneamento e da SABESP.

O projeto foi faturado em R$ 240.000,00.

Desafio, Solução e Retorno · categoria Soluções Inovadoras e Novas Tecnologias (id 15249)

Desafio

3.640 caracteres · alvo 3.000 a 4.500

Um estande de feira setorial tem um problema que não se resolve com metragem: ele precisa parar quem está passando. No 33º CBESA a CEDAE dividia um pavilhão com mais de cem expositores, todos disputando a atenção do mesmo público em quatro dias. Com 108 m² na Ala Sul, o estande não estava entre os maiores do evento. Precisava vencer pela experiência, não pelo tamanho.

O primeiro fator de dificuldade é que o conteúdo a comunicar não é um produto. A CEDAE é uma companhia estadual de águas e esgotos, e o que ela levava à feira era um programa de incentivo à produção científica. Isso não cabe em amostra física nem em demonstração de equipamento. É conteúdo que só existe como narrativa, e narrativa em estande compete com o barulho de todo o pavilhão.

O segundo fator é geométrico. Levar imagem para dentro de um estande normalmente significa instalar um telão, que é um objeto plano em uma parede plana, com um ponto de visão privilegiado e vários ruins. Em um espaço de 108 m² com circulação por três lados, um telão frontal desperdiça a maior parte do público, que passa de lado e vê apenas a lateral da estrutura.

O terceiro fator é a densidade. Superfície de LED em ambiente fechado impõe restrições que a feira não perdoa: distância mínima de visão em função do pitch, calor dissipado dentro de um espaço com gente circulando, peso e ancoragem de estrutura em piso de pavilhão, e consumo elétrico somado ao de toda a vizinhança. Errar o pitch faz o visitante enxergar pixel em vez de imagem justamente porque, num estande, ele chega perto.

O quarto fator é de risco operacional. Quando toda a comunicação visual do estande depende de imagem em movimento, não existe modo degradado. Um telão que falha ainda deixa um painel impresso legível atrás. Uma superfície de LED que falha deixa 104,5 m² de preto no meio da feira, e o estande inteiro sai do ar diante do público que a companhia foi buscar.

O quinto fator é de calendário. A montagem tinha três dias e disputava pavilhão e acessos com a montagem de todos os outros expositores, além da operação das oito plenárias e das salas de sessões do congresso, que a mesma empresa entregava no mesmo endereço e nos mesmos dias. A desmontagem foi partida em dois turnos, um deles noturno, entre as 20h e a meia-noite.

O sexto fator é logístico e é o que menos aparece no resultado final. Todo o equipamento saiu de São Paulo para Brasília por via terrestre, em operação que exigiu escolta para a carga do conjunto do projeto. Painel de LED é carga frágil, cara e sem substituto local imediato: módulo avariado no transporte não se resolve com aluguel de última hora na cidade, ainda mais em pitch P2.6 e em versão curva. A janela de três dias de montagem já contava com o material chegando íntegro, e não havia plano B de mercado.

Há ainda um fator que a documentação interna registra e que muda a leitura do projeto. Na relação de equipamentos do evento, a aba correspondente a este estande é nomeada literalmente como DOMO, o que indica que o projeto nasceu com outra concepção estrutural antes de ser executado como superfície de LED.

[CONFIRMAR: a concepção original era um domo em material plástico, substituído por painel de LED? A aba DOMO na relação interna de equipamentos comprova o nome, mas nenhum briefing, render ou memorial no Drive registra o material original nem a troca. Este é o eixo mais forte do case para as categorias de inovação e sustentabilidade, e precisa da confirmação do Chaves ou da MChecon antes de entrar no texto da inscrição.]

[CONFIRMAR: houve exigência da CEDAE ou da organização quanto a limite de carga elétrica ou de ruído no estande?]

Solução

3.448 caracteres · alvo 3.000 a 4.500

A decisão que define o case é ter tratado a superfície do estande como a própria mídia, e não como suporte para uma mídia. Em vez de construir cenografia e pendurar um telão nela, foram instalados 104,5 m² de painel de LED P2.6 em dois módulos curvos, um de 17,50 m por 3,00 m e outro de 13,00 m por 4,00 m. São 30,5 metros lineares de imagem dentro de um estande de 108 m², o que dá aproximadamente um metro quadrado de LED para cada metro quadrado de piso. A parede do estande não exibe conteúdo: ela é o conteúdo.

A curvatura é a parte que muda a natureza da entrega. Painel plano tem um ponto de visão certo e muitos errados, e em corredor de feira a maioria do público passa justamente pelos errados. A superfície curva elimina o ângulo morto: quem passa de lado continua dentro do enquadramento, e quem entra fica envolvido pela imagem em vez de posicionado em frente a ela. Foi essa decisão que permitiu ao contrato nomear a entrega como sala imersiva, e não como estande com telão.

O pitch P2.6 foi escolhido em função da distância real de visão. Em estande o visitante chega perto, encosta, fotografa. Densidade menor entregaria pixel visível a um metro e destruiria a ilusão de ambiente justamente no momento de maior atenção. É uma escolha que custa mais por metro quadrado e que só se justifica quando a superfície precisa sustentar leitura de perto.

Como toda a comunicação passou a depender de imagem em movimento, o playback foi tratado como sistema crítico, e não como acessório. Foram empregadas duas licenças de servidor de mídia profissional, uma máquina dedicada com placa de vídeo discreta e um notebook de reserva pronto para assumir. Não é reprodução por pendrive na processadora do painel: é cadeia de mídia com redundância, porque 104,5 m² de preto no meio da feira não é uma falha técnica, é o estande inteiro fora do ar.

O transporte de sinal foi feito por fibra óptica, com lances de dez e de cinquenta metros. Em pavilhão, distância e interferência derrubam sinal de vídeo em cobre; a fibra resolve a distância sem perda e sem depender de repetição no meio do caminho.

O estande foi montado para operar como palco, não como vitrine. Recebeu seis refletores móveis de 180 W, máquina de fumaça e sistema de som com subwoofer, o que permitiu tratar a chegada do visitante como cena, com luz e áudio acompanhando o conteúdo exibido. A Nobox produziu também o vídeo exibido no LED, o que fechou o ciclo entre quem projeta o ambiente e quem cria o que roda nele.

A estrutura e a energia foram dimensionadas para a condição real do pavilhão. Painel de LED em estande soma peso, ancoragem e carga elétrica a um piso e a uma rede compartilhados com toda a vizinhança, e a operação do estande convivia com a do próprio congresso no mesmo endereço. O projeto foi executado dentro do escopo elétrico do evento, entregue pela mesma empresa, o que eliminou a interface entre fornecedor de estande e fornecedor de infraestrutura, que é onde esse tipo de projeto costuma travar.

Por fim, uma vantagem de contexto foi convertida em decisão de operação. A mesma empresa entregava, no mesmo pavilhão e nos mesmos dias, as oito plenárias e as salas de sessões do congresso, além dos estandes do Espaço COP Saneamento e da SABESP. Equipe técnica, reserva de equipamento e coordenação já estavam no endereço, o que encurtou o tempo de resposta a qualquer intercorrência no estande sem exigir estrutura dedicada parada esperando falha.

Retorno

3.186 caracteres · alvo 3.000 a 4.500

O estande foi entregue e operou nos quatro dias de feira, de 25 a 28 de maio, dentro do cronograma contratado, com montagem em três dias, de 22 a 24 de maio, e desmontagem em dois turnos, um deles noturno, encerrando em 29 de maio.

O indicador mais direto do resultado é a própria configuração final entregue. Os 104,5 m² de LED P2.6 curvo foram instalados e operados em um estande de 108 m², relação de aproximadamente um metro quadrado de superfície luminosa para cada metro quadrado de piso. É uma proporção que não se alcança com telão: exige que a superfície tenha sido projetada como o próprio fechamento do espaço.

O segundo indicador é que a especificação evoluiu para melhor entre a venda e a execução. O projeto foi vendido com painel plano de 16,50 m por 4,00 m e foi executado com painel curvo de 17,50 m por 3,00 m, mais largo e envolvente. A mudança aumentou a extensão linear de imagem e o alcance visual no corredor, e foi absorvida pela Nobox dentro do contrato.

O terceiro indicador é a ausência de interrupção. Em quatro dias de feira, com toda a comunicação visual do estande dependendo de imagem em movimento e sem qualquer elemento impresso de reserva, o ambiente permaneceu operando. A redundância de servidor de mídia e o notebook de reserva não precisaram ser acionados como recurso de emergência visível ao público.

O quarto indicador é de confiança do contratante. No mesmo evento e no mesmo período, a Nobox foi responsável não apenas por este estande, mas também pelo Espaço COP Saneamento e pelo estande da SABESP, além da operação audiovisual das oito plenárias e das salas de sessões do congresso. Concentrar essas frentes em um único fornecedor, simultaneamente, é uma decisão que a organização só toma quando a execução está sob controle.

O quinto indicador é a permanência da relação. Tanto a Nesty, organizadora do congresso, quanto a ABES, promotora e dona do evento, seguem clientes recorrentes da Nobox mais de um ano depois da realização. A pesquisa de satisfação do projeto do congresso registrou NPS superior a 9,5.

O sexto indicador é a escala do público exposto ao estande. O balanço divulgado pela organização no encerramento registrou 4.300 congressistas e 9.300 visitantes na FITABES, em um pavilhão com mais de 100 expositores.

O sétimo indicador é a resiliência demonstrada diante de uma falha que não era da Nobox. Durante o FITABES houve dano em equipamento audiovisual causado por gerador de terceiro no Centro de Convenções. A Nobox executou o conserto e cobrou formalmente o ressarcimento do fornecedor responsável pela geração, em vez de absorver o prejuízo em silêncio ou repassá-lo ao cliente. É o tipo de resposta que só existe quando a operação tem controle documental do próprio parque de equipamentos.

[CONFIRMAR: o dano por gerador atingiu equipamento deste estande ou de outra área do congresso? A cobrança de ressarcimento está registrada no projeto do evento-mãe, não no do estande.]

[CONFIRMAR: a CEDAE mediu visitantes atendidos, leads captados ou tempo médio de permanência no estande? Nenhum indicador próprio do estande existe nos documentos internos, e esse é o número que faltaria para fechar o capítulo.]

Números que sustentam o case

Área do estande108 m², estande nº 11, Ala Sul planta oficial FITABES v.43/2025
LED executado104,5 m² P2.6 curvo: 17,50 × 3,00 m (52,5 m²) mais 13,00 × 4,00 m (52,0 m²) Matriz de Recursos
Proporção~1 m² de LED por m² de piso · 30,5 m lineares de imagem cálculo sobre as fontes
LED vendido118 m² plano (16,50 × 4,00 m). Executado curvo, mais largo proposta v.04
Playback2 licenças Resolume Arena, video server i5 12400F / 32 GB / RTX 3050, notebook de backup MC v.03
Luz e áudio6 moving beam 180 W, máquina de fumaça, PA com subwoofer MC v.03
SinalFibra óptica HDMI, 2 lances de 10 m e 2 de 50 m Matriz de Recursos
Escala8,5 dias: 3 de montagem (22 a 24/05), 4 de evento, 1,5 de desmontagem em 2 turnos, jornada de 12h contrato, cláusula 6.b
Equipe do estande2 técnicos de LED e 1 técnico de AV MC v.03
ValorR$ 240.000,00 faturado fatura 0625019
Termo do contratoO contrato chama a entrega de "sala imersiva", não de estande com telão contrato e fatura

Pendências

O que falta
  • Confirmar a geometria para decidir sobre a categoria Estande em Ilha
  • Confirmar a história do domo com o Chaves ou a MChecon
  • Medidas exatas do estande. A planta imprime só "108m²", nunca "9 × 12"
  • Razão social e CNPJ da CEDAE. Ela aparece como marca, nunca como parte contratual
  • Qual fatura foi liquidada, a contra a Nesty ou a contra a ABES. Ambas de R$ 240.000
  • Indicadores próprios do estande: visitantes, leads, permanência. Não existem no Drive
  • O vídeo de 180s exibido no LED não foi localizado nas pastas de conteúdo
  • Carta de anuência