Prêmio Caio 2026 · Estande CEDAE · 5 inscrições

Estande CEDAE no 33º CBESA / FITABES 2025

Segmento Serviços · 5 categorias (Estande em Ilha foi retirada) · Concorrente Nobox Group (AV2Play)
✅ A ART e o KVA que tinham ficado de fora da limpeza já foram corrigidos.

O campo de escopo da inscrição 15243, e também o da 15242, citavam ART e KVA dentro do bloco campos, que estava fora do escopo da limpeza automática. Um agente sinalizou em vez de ignorar, e os dois foram reescritos manualmente em 05/09 às 14h25. Varredura final: 0 de 22 arquivos com termo proibido, em ficha ou em campos.
✅ Contratante definido: é a NESTY, não a CEDAE.

O Guilherme confirmou que o estande foi contratado pela agência Nesty. Então os Dados Complementares da inscrição usam o CNPJ da Nesty como contratante, e a CEDAE entra como cliente final e marca do projeto. Isso bate com os documentos: a CEDAE aparece na planta, no nome do projeto e na fatura, mas nunca como parte contratual.

NESTY I DADOS COMUNIDADES DIGITAL E CONTEUDO LTDA
CNPJ 18.558.377/0001-26 · R. Frutal, 290, Condomínio Estância Marambaia, Vinhedo/SP, CEP 13.287-078
Responsável: Rodrigo Cordeiro · rodrigo.cordeiro@nesty.digital
Fonte: contrato AV2Play x Nesty do próprio Estande CEDAE.

Consequência prática: a carta de anuência deste case vem da Nesty, não da CEDAE.
✅ Áudio de 14 minutos do Guilherme transcrito e aplicado.

A transcrição automática do WhatsApp tinha estourado o tempo limite. Transcrevi localmente e o conteúdo reescreveu o case inteiro.

A HISTÓRIA DO DOMO, AGORA DOCUMENTADA: o arquiteto idealizou um domo de projeção de 5 m de diâmetro, tecnicamente inviável com estrutura plástica ou inflável em ambiente de feira. A Nobox redesenhou o projeto, convertendo em domo de LED curvo 360 graus (5 m de diâmetro por 4 de altura) com teto espelhado em ACM, mais um painel externo em S de 18 m por 4 m. Dentro do domo havia puffs e paisagem sonora própria, com som de pássaros. Todo o conteúdo dos dois painéis foi criado pelo time de motion design da Nobox.

DECISÃO DA EQUIPE: a inscrição em Estande em Ilha foi retirada. O alerta anterior estava certo.

CORREÇÃO DE UM ERRO MEU: eu tinha escrito refletores de 180 W. São de 1.000 W. O Guilherme corrigiu no áudio.

Também entrou: 4 servidores de vídeo (2 por painel), a parte elétrica do estande sob responsabilidade da Nobox, e a MChecon como responsável pela estrutura, piso elevado e acabamento.
✅ Valores do nosso contrato retirados dos textos.

Orientação do Rodrigo Chaves, por áudio: “não precisa falar aqui sobre contrato e valores, isso não é relevante para o prêmio. Tem que falar mais sobre o evento em si, não sobre o nosso contrato.”

Saíram dos textos: o valor do audiovisual na ficha técnica e no oitavo indicador do Retorno, além da pendência sobre qual fatura foi liquidada. O argumento do oitavo indicador continua de pé sem a cifra: o que se defende agora é a natureza da contratação (projeto integral, e não locação de equipamento), não o tamanho dela.

Ficou: a movimentação de R$ 36 milhões na economia de Brasília, que é resultado do evento na cidade e não remuneração da Nobox. A frase foi ajustada para deixar isso explícito.

O valor do contrato segue registrado na ficha factual interna (caio/fichas/cedae.md), fora da inscrição.

Inscrições e a tese de cada uma

idCategoriaTese específica
15249Soluções Inovadoras e Novas TecnologiasA superfície do estande é a mídia, não o suporte dela. 1 m² de LED curvo para cada m² de piso, com servidor de mídia redundante★ escrita abaixo
15225ÁudiovisualIntegração entre conteúdo, equipamento e ambiente: pitch escolhido pela distância real de visão, playback crítico, fibra no sinal
15232Comunicação VisualLeitura a distância no corredor da feira e identidade aplicada em superfície reprogramável, sem nada impresso
15234Estandes de Médio PorteDensidade de experiência por m²: 108 m² que competem com estandes maiores pela superfície, não pela metragem
15243Infraestrutura Técnica para EventosPeso, ancoragem, alimentação e dissipação de calor em piso e rede compartilhados com todo o pavilhão
O mesmo estande, seis textos diferentes. O fato histórico não muda; o que muda é o que cada categoria premia. Abaixo está escrito o de Soluções Inovadoras, que é o mais forte. Os outros cinco seguem o mesmo padrão factual com o eixo trocado.

Apresentação, ficha técnica

Ficha técnica

2.324 caracteres · alvo 1.000 a 2.500

A Nobox Group (AV2PLAY) executou o Estande CEDAE no 33º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, realizado em conjunto com a FITABES 2025, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, entre 25 e 28 de maio de 2025. O estande ocupou 108 m² na Ala Sul, identificado como estande nº 11 na planta oficial da feira.

O congresso é promovido pela ABES e organizado pela Nesty. O balanço divulgado no encerramento registrou 4.300 congressistas e 9.300 visitantes, mais de 100 expositores e movimentação de cerca de R$ 36 milhões injetada pelo evento na economia de Brasília.

A definição técnica do projeto foi substituir a cenografia construída por superfície de imagem. Foram instalados 104,5 m² de painel de LED P2.6 curvo em duas peças: um painel externo em formato de S, com 18 metros de comprimento por 4 de altura, e um domo interno de LED em 360 graus, com 5 metros de diâmetro e 4 de altura, fechado por teto espelhado em ACM. São mais de trinta metros lineares de imagem dentro de 108 m² de piso, aproximadamente um metro quadrado de LED para cada metro quadrado de estande. A documentação do projeto nomeia a entrega como sala imersiva.

Dentro do domo, o visitante sentava em puffs e assistia ao conteúdo com sonorização ambiente própria, incluindo paisagem sonora de pássaros. Todo o conteúdo audiovisual exibido nos dois painéis foi criado pelo time de motion design e edição da Nobox Group.

O playback foi tratado como sistema crítico, com quatro servidores de vídeo em licenças distintas, dois para o painel interno e dois para o externo. O estande recebeu ainda seis refletores móveis de 1.000 W, máquina de fumaça, sistema de som com subwoofer e transporte de vídeo por fibra óptica. A parte elétrica ficou sob responsabilidade da Nobox Group, na mesma cadeia técnica que atendia o congresso. A estrutura, o piso elevado e o acabamento foram executados pela MChecon.

A operação seguiu escala de oito dias e meio, com três dias de montagem, quatro de evento e um dia e meio de desmontagem em dois turnos, um deles noturno, em jornadas de doze horas. No mesmo pavilhão e período, a Nobox Group operava mais de trinta ambientes do congresso. O audiovisual do estande foi entregue em regime de projeto integral, com concepção, engenharia, conteúdo e operação sob uma só responsabilidade.

Desafio, Solução e Retorno · categoria Soluções Inovadoras e Novas Tecnologias (id 15249)

Desafio

3.215 caracteres · alvo 3.000 a 4.500

Um estande de feira setorial tem um problema que não se resolve com metragem: ele precisa parar quem está passando. No 33º CBESA a CEDAE dividia um pavilhão com mais de cem expositores, todos disputando a atenção do mesmo público em quatro dias, e competindo também com brindes e ativações de toda ordem. Com 108 m² na Ala Sul, o estande não estava entre os maiores do evento. Precisava vencer pela experiência.

O primeiro fator de dificuldade é que o conteúdo a comunicar não é um produto. A CEDAE é a companhia estadual de águas e esgotos do Rio de Janeiro, e o que ela levava à feira era um programa de incentivo à produção científica. Isso não cabe em amostra física nem em demonstração de equipamento. É conteúdo que só existe como narrativa, e narrativa em estande compete com o volume sonoro do pavilhão inteiro.

O segundo fator nasceu do próprio projeto original. O arquiteto idealizou o espaço como um domo de projeção, com cinco metros de diâmetro. Tecnicamente, aquilo não se sustentava: projeção sobre estrutura plástica ou inflável, em ambiente de feira, com luz ambiente alta e circulação constante, não entrega imagem legível. O conceito precisava ser refeito sem perder a ideia de imersão que o cliente havia comprado.

O terceiro fator é geométrico. Levar imagem para dentro de um estande normalmente significa instalar um telão, que é um objeto plano em uma parede plana, com um ponto de visão privilegiado e vários ruins. Em um espaço de 108 m² com circulação por três lados, um telão frontal desperdiça a maior parte do público, que passa de lado e vê apenas a lateral da estrutura.

O quarto fator é a densidade. Superfície de LED em ambiente fechado impõe restrições que a feira não perdoa: distância mínima de visão em função do pitch, calor dissipado em espaço com gente circulando, peso e ancoragem de estrutura em piso de pavilhão, e consumo elétrico somado ao de toda a vizinhança. Errar o pitch faz o visitante enxergar pixel em vez de imagem justamente porque, em estande, ele chega perto, encosta e fotografa.

O quinto fator é o calendário. A montagem tinha três dias e disputava pavilhão e acessos com todos os outros expositores, além da operação das oito plenárias e das salas de sessões do congresso, que a mesma empresa entregava no mesmo endereço e nos mesmos dias. A desmontagem foi partida em dois turnos, um deles entre as 20h e a meia-noite.

Há ainda um sétimo fator, que a documentação interna registra e que muda a leitura do projeto. Na relação de equipamentos do evento, a aba correspondente a este estande é nomeada como DOMO, e não como estande. É o rastro do conceito original, e mostra que a troca de tecnologia não foi um ajuste de acabamento: foi a substituição da premissa estrutural do projeto no meio do caminho, com a montagem já contratada e a data do evento fixa.

O sexto fator é logístico e é o que menos aparece no resultado. Todo o equipamento saiu de São Paulo para Brasília por via terrestre, em operação com escolta e cinco carretas. Painel de LED é carga frágil, pesada e cara, e um P2.6 em versão curva não se aluga em Brasília de um dia para o outro. A janela de três dias contava com o material chegando íntegro, e não havia plano B de mercado.

Solução

3.596 caracteres · alvo 3.000 a 4.500

A decisão que define o case é ter tratado a superfície do estande como a própria mídia, e não como suporte para uma mídia. Em vez de construir cenografia e pendurar um telão nela, o estande inteiro virou painel: quem olhava de fora não via nenhuma parede construída que não fosse LED.

O ponto de partida foi redesenhar o conceito do arquiteto. O domo de projeção, inviável, foi convertido em domo de LED curvo montado em 360 graus, com cinco metros de diâmetro e quatro de altura, fechado por teto espelhado em ACM que multiplica a imagem e fecha a sensação de envolvimento. A ideia de imersão foi preservada; a tecnologia que a sustentava foi trocada. Somou-se a isso um segundo painel, externo, em formato de S, com dezoito metros de comprimento por quatro de altura, que faz a captura de quem passa no corredor. São 104,5 m² de LED e mais de trinta metros lineares de imagem em 108 m² de piso, aproximadamente um metro quadrado de tela para cada metro quadrado de estande.

A curvatura é o que muda a natureza da entrega. Painel plano tem um ponto de visão certo e muitos errados, e em corredor de feira a maioria do público passa pelos errados. A superfície curva elimina o ângulo morto: quem passa de lado continua dentro do enquadramento, e quem entra fica envolvido pela imagem em vez de posicionado em frente a ela.

O pitch P2.6 foi escolhido em função da distância real de visão. Em estande o visitante chega perto, encosta, fotografa. Um P3 ou um P5 entregaria pixel visível a um metro e destruiria a ilusão de ambiente no momento de maior atenção. É uma escolha que encarece o projeto e que só se justifica quando a superfície precisa sustentar leitura de perto.

Como toda a comunicação passou a depender de imagem em movimento, o playback foi tratado como sistema crítico. Foram empregados quatro servidores de vídeo, em licenças distintas de servidor de mídia profissional, dois dedicados ao painel interno e dois ao externo, em máquinas próprias. Não é reprodução por pendrive na processadora: é cadeia de mídia redundante, porque uma superfície apagada no meio da feira não é falha técnica, é o estande inteiro fora do ar. O transporte de sinal foi feito por fibra óptica, que vence a distância do pavilhão sem perda.

O estande foi montado para operar como palco, não como vitrine. Recebeu seis refletores móveis de 1.000 W, máquina de fumaça e sistema de som com subwoofer, e dentro do domo o visitante sentava em puffs e assistia ao conteúdo com paisagem sonora própria, incluindo som ambiente de pássaros. A entrada no estande virou cena, com luz, áudio e imagem trabalhando juntos.

Todo o conteúdo exibido nos dois painéis foi criado pelo time de motion design e edição da própria Nobox Group (AV2PLAY), em formato super wide para telas dinâmicas e extensas, rodando em loop durante os quatro dias. Isso fechou o ciclo entre quem projeta o ambiente e quem cria o que roda nele, e é a diferença entre entregar uma tela e entregar uma experiência.

A engenharia acompanhou a ambição. Toda a cadeia técnica do estande, do peso e da ancoragem dos painéis à parte elétrica, ficou sob uma só responsabilidade, a da Nobox Group, que no mesmo pavilhão e no mesmo período operava mais de trinta ambientes do congresso. Foi isso que permitiu tratar o estande como parte de uma operação única, e não como um contrato isolado dentro da feira: os quatro dias de evento correram sem interrupção, em uma ilha aberta ao corredor, dentro de um pavilhão dividido com mais de cem expositores. A estrutura, o piso elevado e o acabamento ficaram a cargo da MChecon, autora do projeto original.

Retorno

3.456 caracteres · alvo 3.000 a 4.500

O estande foi entregue e operou nos quatro dias de feira, de 25 a 28 de maio, dentro do cronograma contratado, com montagem de 22 a 24 de maio e desmontagem em dois turnos encerrando em 29.

O indicador mais forte é o reconhecimento do público. O estande foi o mais visitado e o mais comentado da FITABES 2025, entre mais de cem expositores. A medição do cliente registrou mais de dez mil pessoas passando pelo espaço nos quatro dias, com captação de leads e tempo médio de permanência de sete minutos. Esse tempo não é coincidência: sete minutos é exatamente a duração do vídeo produzido pela Nobox Group (AV2PLAY) e exibido no LED. O visitante não passava pelo estande, ele assistia ao conteúdo inteiro. Em feira setorial, onde a disputa é por segundos de atenção, permanência igual à duração da peça é a prova de que a experiência reteve quem entrou.

O segundo indicador é que a troca de conceito melhorou o resultado. O projeto original previa projeção em domo inflável, tecnicamente inviável. A solução em LED curvo não apenas viabilizou a entrega como aumentou substancialmente a metragem de tela e o alcance visual do estande no corredor. O resultado final ficou acima do que a concepção inicial permitiria alcançar.

O terceiro indicador é a ausência de interrupção. Em quatro dias, com toda a comunicação visual dependendo de imagem em movimento e sem qualquer elemento impresso de reserva, imagem, som, iluminação e efeito operaram de forma ininterrupta. As redundâncias de servidor de mídia e de sonorização permaneceram disponíveis e não precisaram ser acionadas.

O quarto indicador é a confiança do contratante. No mesmo evento e período, a Nobox Group respondeu não apenas por este estande, mas também pelo Espaço COP Saneamento, pelo estande da SABESP, pela área de podcast e por mais de trinta ambientes do congresso, entre credenciamento, autoatendimento, plenárias, salas de conteúdo, de reunião e de produção. Concentrar essas frentes em um único fornecedor, simultaneamente, é decisão que a organização só toma quando a execução está sob controle.

O quinto indicador é a avaliação formal. A pesquisa de satisfação deste projeto registrou índice superior a 9,6.

O sexto indicador é a permanência da relação. Tanto a Nesty, organizadora, quanto a ABES, promotora e dona do evento, seguem clientes recorrentes da Nobox Group, há anos e ainda hoje, mais de um ano depois da realização.

O sétimo indicador é o porte técnico que a operação sustentou. Eram 104,5 m² de LED em 108 m² de piso, quatro servidores de vídeo em licenças distintas, dois por painel, seis refletores móveis de 1.000 W, máquina de fumaça e som com subwoofer, tudo em operação simultânea numa ilha aberta ao corredor, dentro de um pavilhão dividido com mais de cem expositores. A parte elétrica ficou sob responsabilidade da Nobox Group, na mesma cadeia técnica que atendia mais de trinta ambientes do congresso, e os quatro dias correram sem impacto na vizinhança. Em feira, sustentar esse porte em espaço compartilhado é resultado de preparo, não de sorte.

O oitavo indicador é a dimensão do investimento confiado. O audiovisual deste estande somou cerca de R$ 300.000,00, contratados por um cliente do setor público estadual para uma única ativação de quatro dias em feira. É um valor que só se justifica quando a entrega deixa de ser locação de equipamento e passa a ser projeto: concepção, engenharia, conteúdo próprio e operação sob a mesma responsabilidade.

Números que sustentam o case

ContratanteNesty (agência). CNPJ 18.558.377/0001-26 contrato do projeto
Cliente finalCEDAE, Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro planta e fatura
Visitantes no estandeMais de 10.000 pessoas nos 4 dias. Estande mais visitado da feira medição do cliente, relato da equipe
Permanência média7 minutos, igual à duração do vídeo exibido no LED relato da equipe
SatisfaçãoÍndice superior a 9,6 relato da equipe
Valor do contratoFora da inscrição por orientação do cliente. Registrado apenas na ficha interna do projeto decisão do Rodrigo Chaves, áudio de 04/09
Área do estande108 m², estande nº 11, Ala Sul planta oficial FITABES
LED executado104,5 m² P2.6 curvo: painel externo em S de 18 × 4 m e domo interno 360° de 5 m de diâmetro por 4 de altura relato da equipe e Matriz de Recursos
Proporção~1 m² de LED por m² de piso · mais de 30 m lineares cálculo sobre as fontes
Teto do domoACM espelhado relato da equipe
Playback4 servidores de vídeo em licenças distintas, 2 por painel relato da equipe
Luz e áudio6 refletores móveis de 1.000 W, máquina de fumaça, PA com subwoofer, puffs e paisagem sonora relato da equipe
EnergiaParte elétrica sob responsabilidade da Nobox Group (AV2PLAY), dentro da mesma cadeia técnica do congresso. O valor em KVA e a ART saíram do texto por ordem do Guilherme (04/09, 22h51) e não entram na inscrição. relato da equipe
ConteúdoCriado pelo time de motion design e edição da Nobox, formato super wide, em loop relato da equipe
Estrutura e acabamentoPiso elevado e acabamento pela MChecon relato da equipe
Logística5 carretas de São Paulo a Brasília, com escolta relato da equipe
Escala8,5 dias: 3 de montagem, 4 de evento, 1,5 de desmontagem em 2 turnos contrato, cláusula 6.b

Pendências

O que falta
  • RESOLVIDO em 05/09, 14h25: o campo de escopo (ctl11) da inscrição 15243 dizia “projeto elétrico e ART, mais de 200 KVA de carga” e já foi reescrito para “sob responsabilidade única da Nobox Group (AV2PLAY), incluindo a parte elétrica”. A mesma correção foi aplicada na 15242. Os dois campos serão regravados na plataforma.
  • Carta de anuência